conteudo no grande portal kdkskd?//


vixe conteúdo quedê?/

[update 2008-03-19] O menu não foi marcado porque não é "conteúdo", é "navegação". São coisas (bem) diferentes.

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Posted 10 months ago

32 comments

Mar 18, 2009
Guilherme Rambo said...
Boo-box neles!
Mar 18, 2009
Foi-se o tempo em que "portais" eram sinônimos de hub de conteúdo! O anúncio tem tanto peso para o site quanto um programa de TV que volta de um intervalo comercial só para dizer que o programa acabou criando na população uma expectativa de mais assunto que não acontecerá!
Mar 18, 2009
Amigão said...
Esqueceu o menu, amigão... ou não é conteúdo?
Mar 18, 2009
Renato Cruz said...
é lamentável
Mar 19, 2009
Cristiano said...
Realmente lamentável que esse povo queira ganhar dinheiro, nó. Coisa terrivel. Eu heim..
Mar 19, 2009
Bruno Berli said...
Se tem propaganda é porque alguém clica (em especial esse float MUITO irritante que eles colocam deve gerar uns trocentos clicks involuntários). Isso sem contar que no ticker de notícias também tem anúncio.

@amigao Menu = Navegação, logo, faltou indicar a mesma como "navegação", ainda assim sobra pouco conteúdo.

Mar 19, 2009
Renato Cruz said...
podem até clicar, mas se for clique involuntário, com certeza esse clique não converte em vendas. aí qual o sentido da publicidade? gerar cliques ou vendas?

e realmente nem sei se é tão clicado, mtas pesquisas, eye tracking e etc. já mostram o banner blindness.

por isso boto fé em adwords, leva em consideração a relevância do anúncio pra aquela visita específica.

Mar 19, 2009
Bruno Berli said...
@Renato Cruz: O papel da publicidade é chamar o cliente, vender entra na lavra do marketing.

Como eu não tenho acesso às métricas do UOL não posso dizer com certeza. A lebre que levantei é: Será que mesmo os cliques involuntários, associados a muitos cliques voluntários sim, compensam para o UOL? Porque alguma razão desse float existir tem que ter, ou eles são tão bestas assim?

Mar 19, 2009
Marco Gomes said...
A maior parte dos argumentos é válida, mas um deles não vale "esse anúncio está aí porque gera cliques".

A publicidade do UOL é vendida por CPM, Custo Por Milhares de Impressões. Não há custo por click, o click não é uma medida que o UOL vende.

Espero ter explicado direitinho.

Mar 19, 2009
E temos sorte de ainda ter algum conteúdo... Isso me lembrou blogs de download. É só pesquisar "blogspot download" para aprender várias artimanhas para enganar o usuário (horrível...).

O usuário que não conhece torrent, claro... hehe :P

Mar 23, 2009
Pablo Almeida said...
O UOL é um portal que sempre foi ruim do meu ponto de vista justamente por isso!

A prostituição do portal é resumida aí nessa imagem!

Mar 23, 2009
Renato said...
"Isso me lembrou blogs de download" putz Guilherme você tem toda razão, acredito que grandes portais deveriam tomar mais cuidado com publicidade em excesso quando usuário entra em páginas assim ele busca informação não uma página de propaganda isso pega muito mal UOL
Mar 23, 2009
Diego Ghiggi said...
Então entra aqui: www.clicrbs.com.br
Mar 23, 2009
Bianca Moura said...
Pra que informação quando se tem 4G? [4G pra colocar o que mesmo?!] Lamentavel...
Mar 23, 2009
Gui Ambros said...
Marcos, não é por aí. Só pq um portal vende CPM não significa que vc como anunciante não irá calcular CPC e CPO. Isso analizado num horizonte de médio prazo e deixado o risco de lado, você está efetivamente comprando performance (tráfego, vendas) para o anunciante. E se você estiver fazendo seu trabalho direito, irá analisar o retorno sobre o investimento em propaganda online (ROAS) e decidir se faz sentido anunciar naqueles placements ou não.

Isso posto, concordo que esse float do UOL é beem intrusivo e certamente deve gerar cliques involuntários. Mas também gera outros vários cliques voluntários, então cai na questão anterior de avaliar o ROAS e ver se vale o custo/benefício.

Renato: também aposto em paid search, mas longe de ser a solução de todos os problemas. Paid Search é como colocar um outdoor na entrada da loja; o usuário já estava indo lá de qualquer maneira; você só deu uma mãozinha. Boa parte dos usuários que estão clicando em adwords já tem definido qual a marca/produto que querem comprar, e acabam usando search engine muito mais para confirmar uma expectativa, tirar dúvidas ou simplesmente como bookmark.

A questão mais abrangente talvez seja: será que precisaremos mesmo de advertising no futuro? Até que ponto não vamos encontrar formas de ter referências de marcas e produtos de nossa rede de amigos de uma forma tão mais eficaz do que clicando randomicamente em adwords ou ads em portais?

Leituras relacionadas (e discordantes):

http://www.techcrunch.com/2009/03/22/why-advertising-is-failing-on-the-internet/

http://searchengineland.com/search-ads-are-misdirection-advertising-17028

Mar 23, 2009
mailbot said...
Isso levanta questões sobre a necessidade de publicitários, em primeiro lugar. O que leva a necessidade de conceituar o papel da função publicitaria/marketing, levando a questões sobre o consumismo e futilidade da mídia em geral. Assim, para não invalidar milhões de investimento em P&M, temos que conceituar o papel daquelas pessoas que fazem itens do inventário de publicidade alcançar a audiência. E é exatamente isso que está em discussão, se a necessidade de propaganda "brute-force" ou se um tipo mais personalizado de propaganda já não daria mais relevância a propria propaganda mesmo liberando mais espaço para os "fatos jornalísticos" -- assunto que merece post exclusivo para o assunto. É o que o google está fazendo com "interest-based ads" e o que muitos estão perseguindo, o "hype do momento" da P&M, behavioral targetting.
Mar 24, 2009
Gui Ambros said...
mailbot: não sei de onde você tirou que "behavioral targeting" é o hype do momento. Isso é uma realidade para anunciantes sérios há um bom tempo, e não muda em nada a tática de 'brute force'. Continuam sendo anuncions intrusivos da mesma forma, apenas com um pouco mais de inteligência no targeting. Claro que é um progresso, mas não muda nada a equação.

De outro lado, é superficial classificar "propaganda" como desnecessária e todas transações comerciais de "consumismo fútil". O que vem depois então? Escambo?

IMO, não é por aí.

Propaganda não vai desaparecer, marcas não serão menos importantes no futuro (pelo contrário!) e google já tem o seu lugar ao sol mas certamente não vai tomar dominar o mundo. A exemplo de cases como Skittles, Comcast, Dell, o próprio Obama, etc, continuaremos vendo mais e mais empresas encontrando formas criativas de impactar consumidores que não seja via um float, adwords ou um comercial de 30 segundos.

O Scoble postou no sábado alguns comentários interessantes sobre isso (aplicados ao novo design do facebook, mas o tema é relevante pra essa discussão anyway):

http://scobleizer.com/2009/03/21/why-facebook-has-never-listened-and-why-it-definitely-wont-start-now/

Mar 24, 2009
Marcos Elias said...
Haha meus sites andam assim também :P

Mas tendo conteúdo de qualidade se conquista visitantes. O pessoal não deixa de ver TV mesmo tendo 3, 4 comerciais de Casas Bahia e Marabraz por intervalo...

Mar 24, 2009
Poluição é assim, mas... temos que ganhar dinheiro...
Mar 24, 2009
Afffe said...
Sem nenhuma base esse argumento
Mar 24, 2009
Marcos Elias said...
Voltando a comentar... Achei o "gráfico" muito sensacionalista. O menu e campo de login não são conteúdos, mas são essenciais do site. Da forma colocada parece que tudo fora da área destacada é propaganda :P
Mar 24, 2009
eric said...
De alguns anos pra cá esses portais foram se vendendo cada vez mais e o que mais impressiona é que sempre tem espaço pra mais um anunciante, no fundo da página, em uma aba no canto superior, etc...
Parece o centro de São Paulo antes da lei da Cidade Limpa...
Mar 24, 2009
Rick said...
é uma midia como qualquer outra, com o diferencial que nessa você pode fechar ou desconsiderar o anuncio. E como é uma midia, tem profissionais ali, que precisam de remuneração, e nesse modelo de negócios uma forma de captação é a publicidade, que você pode fechar ou ignorar, reintero eu.
E ali na imagem tem o cabeçalho praticamente, essa home tem o triplo de tamanho, fora seções que se alternam na home e outros sub sites. Acho muito barulho por pouca coisa. nego faz um bloguinho com 2, 3 posts/semana e quer ganhar dinheiro, agora o uol não pode... rsrs.
Mar 24, 2009
gean said...
Não costumo clicar em banners, pop ups ou que for. Acho uma pena, o conteúdo ser tão minúsculo em relação ao site como um todo.
Não ganho nada entrando nele.
Mar 24, 2009
Pedro De Conti said...
o pior é ver que a discussão acaba sempre voltando para o eterno "o direito de ganhar dinheiro"... claro que o uol pode ganhar dinheiro com seu conteúdo... assim como os blogs... assim como o Marcos Elias rsrsrs... acho que o exemplo da home do "grande portal" serve para refletirmos apenas...
se o UOL vende não só conteúdo mas "o melhor conteúdo" seria interessante que esse conteúdo tivesse mais destaque... assim como as agências que vendem publicidade para o Extra, Dell ou Shoptime poderiam explorar outros formatos menos intrusivos e não deveriam se satisfazer em usar marcas para tapar um pouco mais o campo de visão dos leitores... não é à toa que todo dia aparecem novas formas de fazer publicidade na web e também não é à toa que um blog como o de Ariana Huffington http://adage.com/digitalnext/article?article_id=132924 vale mais do que empresas donas de jornais... abs vamqvam
Mar 24, 2009
Enor Paiano said...
Marco,
Discordo quando vc considera o espaço ocupado pela janela flutuante como sendo de publicidade. Já que:
- a janela fica aberta no máximo 12 segundos (menos se a máquina ou conexão não forem boas). A média de uma sessão na home do UOL é de 5 minutos, portanto a janela ocupa uns 4% do tempo do usuário na página
- a janela só aparece no primeiro page-view da sessão. A home do UOL tem cerca de 33 milhões de page-views/dia e a janela somente 11 milhões de impressões - ou seja, a janela só aparece em um dos três PVs que cada usuário recebe em média
- quem quiser fechar a janela, fecha
Quanto aos cliques "errados", eles de fato acontecem e o número não é pqueno. Mas os cliques "corretos" são sificientes para justificar o investimento dos anunciantes.
P.S. Gostei do espaço e prometo voltar para falar de como as pessoas gostam de anúncios (é verdade!).
abs

Enor

Mar 24, 2009
mailbot said...
Gui Ambros: É "hype". Desde quando algo que marketeiros/publicitários vendem não é vendido como a última bolacha do pacotinho? O que vc disse sobre a seriedade na profissão eu não refuto. Não quis dizer que a propaganda vai acabar ou que o google vai dominar o mundo. Mas, mesmo não exatamente pelo contrário, eu disse que BT, para P&M, pode liberar mais espaço para o conteúdo, se a mídia souber a priori que determinado usuário não clica em banners, por exemplo.
Existem Addons do firefox que removem ads. Existe pelo menos uma maneira ativa de "opt-out" dos banners e etc. Ainda tem alguns addons que substituem por conteúdo de outros sites. Tão intrusivo quanto um pop-up. Afinal, estar na internet e achar que determinada campanha ou pop-up é intrusivo é um pleonasmo, já que na internet, nada se esconde. Apenas por visitar uma página, estamos sujeitos a termos informações como tamanho do monitor, profundidade de cores, sistema operacional, e quando Geo-IP se estabelecer, até o bairro/cidade vai ser "undisclosed" para os portais e anunciantes.

No meu ponto de vista é a única mídia onde consegue-se medições fim-a-fim de campanhas. Por isso a tendência de cada vez mais anunciantes (sem falar no long-tail), estarem investindo em mídia online, porque as campanhas são medidas de acordo com a performance do site, de acordo com as interações dos internautas. Tudo é mensurável. Qual outra mídia consegue uma precisão na mensurabilidade de campanhas de P&M?

Mar 24, 2009
Jonny Ken said...
Cabe ressaltar que aquela janela rotativa também exibe propaganda por alguns segundos!
Mar 24, 2009
mailbot said...
Marco: Não acho que o UOL venda apenas impressões. Já é estabelecido, depois que o Google Adwords começou a cobrar apenas cliques dos anunciantes do long tail, todos os players na internet também seguiram a onda.
Para um portal vender publicidade de maneira consistente, deve também reportar a média de cliques nos diversos segmentos temáticos. É óbvio que existirão mais cliques em propagandas de materiais esportivos nos portaisl de esporte, de carros nos portais de carro, e assim por diante.
O pulo do gato está em saber previamente o perfil do usuário sem que ele esteja em algum canal temático. Com o uso de cookies e rastreamento da navegação por tags e javascripts, ninguém está isento de ter a navegação rastreada e um perfil traçado. Só que no Brasil isso ainda engatinha, mas já existem diversos portais e ISPs tentando aumentar a taxa de cliques com a segmentação dos internautas. Enfim, no Brasil, privacidade não é um assunto defendido ou reclamado pela sociedade, haja visto diversas versões de BBB's e a fama de novelas sobre cotidiano da vida brasileira. Como eu disse antes, em sabendo o perfil do internauta, é possível diminuir o brute-force da publicidade em prol do conteúdo. Basta saber se isso vai se sustentar enquanto modelo de negócio, é aí que veremos se o negócio é ganhar dinheiro ou cliques no modelo brute-force, ou se Behavioral Targetting irá de fato aumentar a receita dos portais ao ponto do conteúdo receber a devida atenção e espaço.
Mar 24, 2009
JC digital said...
Boo-box neles! [2]
Mar 24, 2009
Fábio said...
Tá na hora de uma consultoria da "Boo-box neles! [3]". E o Marco Gomes nessa foto do avatar tá parecendo o César Polvilho.
Mar 24, 2009
Renata V said...
Comunicar bem não tem uma única regra ou forma, mas uma coisa é clara pq o design do UOL é horrível? Pq não se pensa em equilibrar o que se está mostrando nem por motivação visual? Pq não se leva o design a sério em um momento em que este é o termo fundamental desta época? Por outro lado, já se sabe que estamos (thks god) na Era da diversidade, ou seja, como diz Tom Peters em The Circle of Innovation "whatever made you successful in the past won´t in the future". Mais do que discutir sobre $$ o que é legal é peceber se os UOLs e afins estão inovando e caminhando para uma direção melhor (parece que não, né?). Mas vale apostar naqueles que não se acomodam na fórmula pronta e vão provar que vale à pena inovar, no sentido mais profundo, sem jargões. #chegadefórmulasinúteis #chegadefazermesmice.

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