Na internet, quando todos forem supers ninguém será super, by @CrisDias
Num mundo povoado por super-heróis (simplesmente chamados de supers) acontece uma revolta no governo e na população e os supers são banidos, proibidos, marginalizados. O raciocínio é que no meio da pancadaria e destruição fica complicado separar super-heróis de super-vilões e que os supers não podem ter tratamento especial só por serem… supers. Até que o super-vilão, Síndrome, tem uma idéia melhor. Criar geringonças que darão super-poderes para todo mundo, tornando poderes irrelevantes. Mas logo é rejeitado. Ele não é um super, ele só é alguém fingindo ser. Daí a idéia de Síndrome: quando todos forem supers ninguém será super. A idéia é genial, pena que no filme ela é do vilão, é a idéia ruim. A criançada sai achando que quem nasceu super (ou foi mordido por algum inseto radioativo) merece, sim, ser intocável e os não-supers devem ficar no seu canto.
A coisosfera (blogosfera, twittosfera, flickosfera…) não está aqui para criar um novo grupo de celebridades (que logo ganham um tom pejorativo como sub-celebridade-c-list de quem quer dizer que essas pessoas não são supers de verdade, são só um garoto usando botas com mola). As ferramentas de auto-publicação de conteúdo online (apelidadas de redes sociais para ficar mais sexy) vem acabando com esse conceito criando tantos nichos que teremos um zilhão de pessoas relevantes, uma para cada grupo de interesse. Na prática, para o mercado de comunicação, será impossível identificar e rastrear individualmente cada formador de opinião de cada grupo, porque cada um estará irradiando sua opinião. Todos serão supers (ou, pelo menos, todos que quiserem serão) e, portanto, ninguém será. Não há star-system na coisosfera. Alguns são mais fortes, outros correm mais rápido, mas todos são supers.
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O Econsultancy discorda de @crisdias, segundo eles, existem SIM especialistas em Social Media
Myth: There are no social media experts.
Reality: Debating whether anyone deserves to be considered a social media 'expert' has become a waste of time; you could probably argue that in most industries today, things move so fast that nobody can truly lock in 'expert' status. The reality is that there are savvy individuals who have used social media to demonstrably benefit their businesses and the businesses of their employers. While their experiences and track records don't guarantee future results, they've earned more credibility than, say, someone who calls himself an 'expert' but doesn't have any real-world case studies to back up the title. So the real question is not "Are you an expert?"; it's "Have you walked the walk?"